Constipação na gravidez: conheça os sintomas e veja como melhorar a condição

Constipação na gravidez

As idas ao obstetra fazem parte da rotina de uma gestante. O que você talvez não saiba é que a constipação na gravidez é uma das questões mais relatadas nos consultórios.¹

Isso porque 80% das mulheres relatam sofrer com a constipação intestinal durante a gestação, sendo 44% durante o segundo semestre e 36% durante o terceiro.²

Mas você sabe isso acontece? Chegou a hora de entender porque as idas ao banheiro para defecar se tornam mais espaçadas e complexas nessa fase.

A seguir, veja o que é e como melhorar a constipação na gravidez.

O que é constipação na gravidez?

A constipação na gravidez é um quadro de prisão de ventre como qualquer outro, caracterizado pela dificuldade de defecar, seja por ir pouco ao banheiro ou pelo esforço que se precisa fazer para conseguir evacuar.¹

Como sabemos, esse problema não é uma doença, mas um sintoma que pode aparecer por questões de saúde ou hábitos comportamentais e alimentares.¹

No caso da constipação na gravidez, é um sintoma da gestação que, como vimos acima, atinge muitas mulheres durante a espera pelo bebê.²

As causas da prisão de ventre nessa fase são várias, mas podemos citar as alterações hormonais, as suplementações utilizadas e a falta de exercício físico como as mais comuns.¹

Sintomas de constipação na gravidez

A constipação na gravidez ou em qualquer outro cenário é definida com base nos critérios de Roma II, que apresenta os sintomas de constipação para diagnosticar a condição.³

Assim, uma pessoa está enfrentando um quadro de prisão de ventre quando apresenta algum dos seguintes sintomas:³

  • menos de três evacuações por semana;
  • dificuldade de evacuar no mínimo 25% das vezes;
  • fezes são secas e duras no mínimo 25% das vezes;
  • sensação de evacuação incompleta ou de obstrução;
  • necessidade de manobras manuais para facilitar a evacuação.

Se você apresenta ao menos dois desses sintomas em um quarto das evacuações, pode estar enfrentando uma constipação na gravidez.³

Nesse caso, o indicado é procurar por um médico de sua confiança para receber orientações e, se necessário, um receituário para aliviar os sintomas.

Como melhorar a constipação na gravidez?

Agora você sabe o que é constipação na gravidez e quais os principais sintomas. Também já sabe que essa condição é muito comum durante a gestação.

Por isso, vamos entender o que você pode fazer para melhorar caso você sofra com a prisão de ventre.

1. Aumente a ingestão de água

A melhor forma de amenizar os sintomas da constipação na gravidez é adotando novos hábitos alimentares e comportamentais.¹

E um dos mais importantes é aumentar a ingestão de água.¹

Quando você toma pouca água, o funcionamento do seu intestino acaba sofrendo o impacto da baixa hidratação.¹

Isso pode causar as fezes ressecadas e duras, que costumam ser mais difíceis de eliminar, além de mais dolorido.¹

Já quando você aumenta a ingestão de água, você contribui para um trânsito mais rápido e fácil do bolo fecal, assim como em sua formação. Além de facilitar a evacuação.

Outra dica, que falaremos a seguir, é sobre o consumo de fibras, uma das dicas mais clássicas de como melhorar a constipação na gravidez.¹

No entanto, é importante lembrar que, ao aumentar o consumo de fibras, é indispensável tomar mais água também! Caso contrário, o efeito pode ser o contrário e, ao invés de auxiliar na melhora da prisão de ventre, o quadro pode piorar.

2. Consuma mais fibras na alimentação

Falando em fibras, elas são fundamentais para aliviar os sintomas da constipação. Por isso, acima de tudo, você deve aumentar a ingestão de fibras.¹

Os alimentos fibrosos ajudam a:

  • estimular as contrações intestinais;¹
  • formar o bolo fecal;¹
  • funcionar melhor o trânsito intestinal.¹

Tudo isso acontece porque as fibras conseguem absorver água em grandes proporções, facilitando a hidratação das fezes, evitando que elas se tornem duras e que a evacuação seja mais rápida e não dolorosa.¹

Para conseguir esses benefícios, no entanto, você deve consumir a quantidade mínima de 25 gramas diárias de fibra, sendo 28 gramas a quantidade ideal para as gestantes.¹

Obter essa quantidade por meio da alimentação é difícil, por isso, a suplementação é interessante durante a constipação na gravidez — desde que indicado por um profissional da saúde.

3. Se movimente, se possível

A atividade física, desde que liberada por seu médico, deve fazer parte da sua rotina nesses meses para prevenir a constipação na gravidez.

Isso porque o sedentarismo e a falta de movimentação do corpo é um comportamento que pode levar a um quadro prisão de ventre.¹

E, mesmo quando muito ativa, a mulher pode precisar diminuir o ritmo durante a gestação, sobretudo em casos de gravidez de risco.

Se esse é o seu caso, não se preocupe: a constipação na gravidez é uma condição temporária, que pode permanecer durante o pós-parto, mas não dura para sempre.³

Agora, se a atividade física está liberada em seu caso, o melhor é procurar por um exercício, como a hidroginástica e o pilates, que ajudam não apenas a reduzir os sintomas da constipação, como prepará-la para o parto.

4. Suplemente probióticos, se indicado

Por fim, outra dica de como melhorar a constipação é incluindo uma fonte probiótica em sua alimentação.4

Os probióticos são microrganismos vivos que ajudam a equilibrar a flora intestinal. Além disso, eles também contribuem para: 4

  • Auxiliar no sistema imunológico; 4
  • Auxiliar nos distúrbios gastrointestinais; 4
  • Auxiliar na digestão;4
  • Auxiliar nos sintomas da constipação intestinal. 4

Por seus efeitos no organismo, eles podem ser seus aliados nessa etapa. Para consumi-los, você pode buscar por alimentos com ações probióticas ou suplementação, se indicado por um profissional da saúde.4

Suplementos e uso de medicamentos para constipação na gravidez

Em alguns casos, pode ser que apenas as mudanças alimentares e comportamentais não sejam o suficiente para estimular o funcionamento do intestino.

Quando isso acontece, pode ser indicado um medicamento para constipação na gravidez ou a suplementação de fibras e probióticos, por exemplo.4

No entanto, você só deve partir para a medicação quando há uma indicação profissional, pois a automedicação pode ser arriscada para você e seu bebê.

Por isso, se mesmo adotando nossas dicas, você ainda continuar sofrendo com os sintomas da prisão de ventre, procure seu médico para maiores instruções.

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Como vimos, os probióticos podem contribuir para a melhora da constipação na gravidez, assim como para a nossa saúde geral.4

Assim, se a suplementação for indicada para você, o Tamarine Probium é uma alternativa para auxiliar no equilíbrio da sua flora intestinal.*5

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**Cada cápsula contém no mínimo 1 bilhão de UFC de Lactobacillus acidophilus NCFM® e 1 bilhão de UFC de Bifidobacterium lactis HN019®.

Tamarine Familia Fito
Referências
  1. Saffioti RF, Nomura RMY, Dias MCG, Zugaib M. Constipação intestinal e gravidez. Disponível em http://files.bvs.br/upload/S/0100-7254/2011/v39n3/a2502.pdf. Acesso em feveiro/2022.


  2. Kuronen M, Hantunen S, Alanne L, Kokki H, Saukko C, Sjövall S, Vesterinen K, Kokki M. Pregnancy, puerperium and perinatal constipation – an observational hybrid survey on pregnant and postpartum women and their age-matched non-pregnant controls. Int J Obstet Gy. 2021;128(6):1057-1064. Disponível em https://obgyn.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/1471-0528.16559. Acesso em fevereiro/2022.


  3. Bradley CS, Kennedy CM, Turcea AM, Rao SSC, Nygaard IE. Constipation in pregnancy: prevalence, symptoms, and risk factors. Obstetrics & Gynecology. 2007;110(6):1351-1357. Disponível em https://journals.lww.com/greenjournal/Abstract/2007/12000/Constipation_in_Pregnancy__Prevalence,_Symptoms,.22.aspx. Acesso em fevereiro/2022.


  4. Hill C, Guarner F, Reid G, Gibson GR, Merenstein DJ, Pot B, Morelli L, Canani RB, Flint HJ, Salminen S, Calder PC, Sanders ME. The International Scientific Association for Probiotics and Prebiotics consensus statement on the scope and appropriate use of the term probiotic. Nature Reviews Gastroenterology & Hepatology. Disponível em https://www.nature.com/articles/nrgastro.2014.66. Acesso em feveiro/2022.


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